ATENTA ANTENA A poesia de Sophia e o fascínio da Grécia by JOSÉ RIBEIRO FERREIRA

By JOSÉ RIBEIRO FERREIRA

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24). 34 E com um sabor a coisa morta A cidade dos outros Bate à nossa porta Com os seus elevados edifícios e emaranhado de ruas, a cidade representa a destruição da natureza e da paisagem para dar lugar ao cimento, aos muros que cercam, que limitam horizontes. Assim o acentua o poema “Cidade” de Poesia (p. 22): Cidade, rumor e vaivém sem paz nas ruas, Ó vida suja, hostil, inutilmente gasta, Saber que existe o mar e as praias nuas, Montanhas sem nome e planícies mais vastas Que o mais vasto desejo, E eu estou em ti fechada e apenas vejo Os muros e as paredes, e não vejo Nem o crescer do mar, nem o mudar das luas.

58) em que aspira regressar à «frescura das coisas vegetais», ao verde dos pinhais que são alimentados por «seivas virginais», ao «vento límpido do mar»; e o que começa “Divaga entre a folhagem perfumada” (p. 61), onde se fala em adormecer «nas brisas embalada», em mostrar aos lagos «a face nua», em enrolar em luar as mãos e espalhá-las depois «brancas nos canteiros».

13), com duas partes: I De todos os cantos do mundo Amo com um amor mais forte e mais profundo Aquela praia extasiada e nua, Onde me uni ao mar, ao vento e à lua. II Cheiro a terra as árvores e o vento Que a Primavera enche de perfumes 17 - Cito este poema no cap. “Musa de Sophia de Mello Breyner Andresen” e para ele remeto (infra, pp. 181-182). 53 Mas neles só quero e só procuro A selvagem exaltação das ondas Subindo para os astros como um grito puro. A «praia extasiada e nua», onde o sujeito poético se uniu «ao mar, ao vento, à lua», ou seja de novo a praia como local de fusão e união com a natureza.

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